Sunday, September 16, 2012

HISTORIA DO CRISTIANISMO

A História dos 2000 Anos de Cristianismo
(um pequenio resumo)

Enrico Riboni (*)
PREFÁCIO
Há cerca de 2000 anos, nascia na Galiléia um fundador de seita, que acabaria crucificado uns trinta anos mais tarde. Algumas de suas últimas palavras na cruz foram "Dêem-me de beber". E só. A seita que ele tinha fundado tornar-se-ia, com o passar dos anos, a maior de todos os tempos. Ela tomará o poder político dentro do Império Romano, abolirá a liberdade de religião, depois ajuntará montanhas de cadáveres: os seus membros massacrarão milhões de "infiéis", "hereges", "feiticeiras" e outros, depois se matarão entre eles próprios, levando a Europa a algumas das guerras mais ferozes que ela conheceu. Um passado destes poderia incitar a modéstia, mas os cristãos reivindicam, pelo contrário, o monopólio da ética. Proclamam que adoram o Deus único, que deus é "amor", e se consideram melhores que o resto da humanidade.
Única ideologia capaz de dividir com o comunismo e o nazismo o pódio dedicado às ideologias mais mortíferas da história humana, o cristianismo mantém-se como uma ideologia dominante em muitos países ocidentais, como o "gendarme do mundo", os EUA. Chegou a hora de abrir o "Livro Negro do Cristianismo: 2000 anos de terror, perseguições e repressão", que resume algumas das piores atrocidades cometidas em nome dessa ideologia que pretende promover o amor ao próximo.
Ano um
"Os deuses não estavam mais, e Deus não estava ainda." O Império Romano garantia a liberdade de culto. O ateísmo e a razão dominavam. É nessa época que nasce um sujeito que, segundo dizem certos judeus, perdeu o juízo porque leu o Torah demasiadamente jovem. Ele funda uma seita que visa proibir o culto dos outros deuses, exceto o seu. O sujeito é, finalmente, morto, mas a seita se expande com o êxito que se conhece.
O culto da personalidade do fundador da seita atinge, nos cristãos, um nível que nem mesmo o estalinismo conseguirá igualar: o fundador é proclamado "verdadeiro homem e verdadeiro Deus", ("Deus-Homem", em linguagem comum). Os que duvidam disso são proclamados imediatamente hereges, e sofrerão, mais tarde, os raios da Inquisição. A partir do século IV da nossa era, começará o assassinato dos não-crentes pelos cristãos.

Anos 50-70
A seita cristã se desenvolve. Textos gregos, escritos por membros da seita fora da Palestina ("Os evangelhos") relatam a vida do fundador: nascido duma virgem, que se manterá virgem mesmo tendo vários outros filhos, ele terá sarado doentes, mas também amaldiçoa uma figueira que fica instantaneamente seca, e fará precipitar num lago centenas de porcos que  não lhe pertenciam (Nota 1). O fato de, segundo os evangelhos "canônicos", as suas últimas palavras sobre a cruz terem sido "Dai-me de beber" não parece perturbar os adeptos da seita, que se expande por todo o Império.
A intolerância religiosa dos cristãos, que visam abertamente, desde o início, impor uma interdição aos cultos de deuses que não o seu, o qual eles insistem ser o "único Deus", começa logo a atrair a atenção da justiça romana, que defende a liberdade de culto, a qual é um dos pilares dessa sociedade complexa e multi-cultural que é o Império Romano dos primeiros séculos da nossa era. A propaganda cristã inverte habilmente a situação. Os condenados pela justiça romana são declarados "mártires" e os seus restos são venerados nas igrejas, inventando-se a lenda de eles terem sido executados por terem "recusado a renegar a fé", desculpa essa bem melhor do que a verdade nua, que mostra que foram condenados por desordem e imposição da intolerância religiosa na sociedade multi-cultural.
Ano 312
Tomada do poder pelos cristãos. No fim duma guerra civil, Constantino toma o poder. Pouco depois ele se converte oficialmente ao cristianismo, e "autoriza", num primeiro tempo, o culto do deus único cristão, pelo Édito de Milão: é o início da perseguição religiosa na Europa. Pouco a pouco o culto dos outros deuses, exceto o deus cristão, vai sendo proibido. Os santuários clássicos serão destruídos ou transformados em igrejas cristãs. No fim do século IV, nao haverá mais nenhum templo pagão em toda a bacia do Mediterrâneo.
Ano de 380
O imperador Teodósio proclama oficialmente o Cristianismo a única "Religião de Estado". Mas ainda será necessário esperar mais 12 anos para que todos os outros cultos sejam definitivamente proibidos.
Ano de 389
Teófilo, hoje Santo Teófilo, é nomeado patriarca de Alexandria e inicia imediatamente uma violenta campanha de destruição de todos os templos e santuários não-cristãos. Tem o apoio do pio imperador Teodósio. Deve-se a Teófilo a destruição, em Alexandria, dos templos de Mitríade e de Dionísio. Essa loucura destruidora culmina em 391 com a destruição do templo de Serapis e da sua biblioteca. As pedras dos santuários destruídos serão usadas para edificar igrejas para a nova religião única, a cristã.
Em seguida e para demonstrar que ele é capaz de perseguir também cristãos (na medida em que eles nao sejam 100% ortodoxos), Teófilo comanda pessoalmente as tropas que atacam e destroem os mosteiros que aderiram rs idéias de Orígeno, um teólogo cristão que foi declarado herege porque afirmava que deus era puramente imaterial.
Ano de 389
Pela primeira vez, um chefe cristão dita a um imperador, a política a ser seguida: Santo Ambrósio de Milão, levanta-se em plena catedral, e com o sentido de caridade tão particular aos cristãos, impõe que o imperador anule a ordem que dera ao bispo de Calinicum, sobre o Eufrates, para que reconstruísse uma sinagoga que ele e a sua congregação tinham destruído. A igreja toma partido assim, desde o princípio, dos incendiários de sinagogas, posição que continuará a manter até ao ano de 1940.

Início dos anos 390
O piedoso imperador cristão Teodósio interdita progressivamente todos os cultos não cristãos. Pouco a pouco, os templos não cristãos são fechados ao culto, as procissões "pagãs" são proibidas. Esta supressão da liberdade de religião, em proveito exclusivo do cristianismo, causa por vezes revoltas, como a de 408, em Calama, na Numídia. É nessa época que acontecem na Germânia as primeiras execuções de hereges, uma bela tradição que a igreja desenvolverá com a Inquisição e a perpetuará até 1826.
Ano de 391
Uma multidão de cristãos, guiados por Santo Atanásio e Santo Teófilo, deitam abaixo o templo e a enorme estátua de Serapis, em Alexandria, duas obras-primas da antiguidade. A coleção de literatura do templo também é igualmente destruída.
Ano de 412
Cirilo, hoje Santo Cirilo, doutor da Igreja, é nomeado bispo de Alexandria e sucede a seu tio Teófilo. Excita os sentimentos anti-semitas difundidos entre os cristãos da cidade e, a frente duma multidão de cristãos, incendeia as sinagogas da cidade e faz fugir os judeus. Em seguida encoraja os cristãos a tomar os bens dos fugitivos, deixados para trás.
Ano de 415
Hipatia, a última grande matemática da Escola de Alexandria, filha de Theon de Alexandria, é assassinada por uma multidão de monges cristãos, incitados por Cirilo, patriarca de Alexandria, que será depois canonizado pela Igreja. O motivo dessa ação foi que a brilhante professora de matemática, representava uma ameaça para a difusão do cristianismo, pela sua defesa da Ciência e do Neoplatonismo. O fato dela ser mulher, muito bela e carismática, fazia a sua existência ainda mais intolerável aos olhos dos cristãos. A sua morte marcou uma reviravolta: após o seu assassinato, numerosos pesquisadores e filósofos trocaram Alexandria pela Índia e pela Pérsia, e Alexandria deixou de ser o grande centro de ensino das ciências do mundo antigo. Além do mais, a Ciência retrocederá no Ocidente e não atingirá de novo um nível comparável ao da Alexandria antiga senão no início da Revolução Industrial. Os trabalhos da Escola de Alexandria sobre matemática, física e astronomia serão preservados, em parte, pelos árabes, persas, indianos e também chineses. O Ocidente, pelo seu lado, mergulha no obscurantismo, do qual começará a sair mais de um milênio depois. Em reconhecimento pelos seus méritos de perseguidor da comunidade científica e dos judeus de Alexandria, Cirilo será canonizado e promovido a "Doutor da Igreja", em 1882.
Séculos V a XV
A "Idade Média Crista". Aproveitando o desaparecimento das grandes bibliotecas romanas e na ausência quase total da atividade editorial na Europa, a igreja obtém, de fato, um monopólio sobre o conjunto da escrita e da informação. O povo é deixado propositadamente na ignorância, a leitura da Bíblia é desencorajada mesmo no caso de se ter acesso a um exemplar. Pouco a pouco, a igreja impõe o seu domínio sobre a sociedade. A inquisição, o celibato dos padres (Nota 2), o caráter obrigatório de casamento antes de qualquer relação sexual, são todas instituições que datam dessa época. É também nessa época que se desenvolve o que se tornará uma das mais ricas tradições cristãs: queimar pessoas vivas. Cerca de um milhão de "bruxos" serão torrados durante a Idade Média. As cidades concorrerão para tentar bater recordes de quantidade de bruxos queimados por ano. Um recorde imbatido foi estabelecido pela cidade de Bamberg, sede do episcopado, que conseguiu assar 600 feiticeiros num só ano.
Um grande número de membros da igreja atual ainda lamenta o fim dessa época, quando a igreja dominava totalmente a vida social. Religiosos (e outros) cristãos lembram com saudade, a "espiritualidade" da época, a arte que deu grande ênfase à morte - assunto que sempre apaixonou os cristãos, e a música envolvente.
Ano de 804
O imperador cristão Carlos Magno converte grande número de saxões, propondo-lhes a seguinte escolha: converter-se ao catolicismo ou serem decapitados. Vários milhares de cabeças caem, com a benção da igreja: os sacerdotes presentes participam da jogada do imperador.
Século IX
Cisma do oriente. O patriarca de Constantinopla pretende que se deve utilizar o pao com levedura, para a Eucaristia. O Papa, bispo de Roma, afirma que se deve usar pão sem levedura. Com base neste problema de capital importância, a cristandade se divide, e os dois patriarcas, de Roma e de Constantinopla, se excomungam mutuamente. O Cisma vai provocar mortes até aos anos 90 (guerras nos Balcãs, ex-Iugoslávia, de católicos contra ortodoxos).
Ano de 1182
Os "pogroms" latinos de Constantinopla. Na cidade do piedoso patriarca que come pão levedado, estabeleceu-se, desde o início de século XII, uma colônia de mercadores "latinos", essencialmente originários de Veneza, Gênova, Pisa e Amalfi. Mas essas pessoas têm tudo para desagradar aos prelados ortodoxos: além de utilizarem o pão sem levedura para a Eucaristia, fazem o sinal da cruz no sentido errado, da esquerda para a direita e não da direita para a esquerda! Os popes excitam a população e enfim, nos dias radiosos de maio de 1182, a multidão guiada pelos popes pegam os latinos: vários milhares deles, homens, mulheres e crianças são trucidados.
Séculos XI e XII
Em face do crescimento da população da Europa, a Igreja propõe um método de controle populacional "natural": as cruzadas. O apelo às cruzadas foi lançado em 1095. Em 1099 Jerusalém é "libertada": logo que as tropas cruzadas entraram na cidade, o governador muçulmano rendeu-se sob a promessa da população civil ser poupada. Claro, a totalidade da população (que compreende essencialmente judeus e muçulmanos) é passada pelas armas nas horas seguintes, mas com o cuidado de antes violentar todas a mulheres e decapitar as crianças. Estima-se em 70.000 o número de civis massacrados. A última fase do massacre passa-se nas sinagogas e mesquitas da cidade, onde os habitantes aterrorizados se refugiaram: pensam que o caráter religioso dos locais possam inspirar os piedosos cruzados a clemência. Nada disso acontece: os cruzados entram e transformam os locais de culto em vastas carnificinas. O massacre de milhares de civis amontoados na grande mesquita da esplanada do templo dura várias horas. "Tudo o que respira" na cidade foi morto, informam com orgulho os comandantes dos cruzados.
Ano de 1204
A 4ª Cruzada fez uma parada em Constantinopla, na época a maior cidade cristã. Mas os cristãos sabem fazer entre eles o que fazem aos outros: durante três dias, Constantinopla foi posta a saque, com uma orgia de violências indescritíveis.
Anos de 1208 a 1244
Cruzada dos Albigences: por iniciativa do papa Inocêncio III, uma cruzada é preparada. Em 1209, como alguns "hereges" se haviam misturado com a população de Beziers, o duque Simon de Monfort deu uma ordem que lhe assegurou a posteridade: "Matem-nos todos, Deus reconhecerá os seus". Toda a população, homens, mulheres e crianças são passados pelas armas. A Provence e a região de Toulouse ficam muito despovoadas após essa guerra que é dirigida contra a população civil, com uma ferocidade sem precedentes desde as invasões bárbaras.
Anos de 1226 a 1270
Luís IX, rei de França. Finalmente um católico, de reputação piedosa e íntegra, acede a coroa de França. A igreja o canoniza em 1290, em reconhecimento de seus méritos que, ninguém duvida serem excepcionais. De fato, durante o seu reinado, São Luís lança duas cruzadas, que terminam as duas de modo catastrófico: pouco importa, é a intenção (de matar e de pilhar) que conta, aos olhos da misericordiosa igreja católica! No plano interno, São Luís (Nota 3) faz de modo que a justiça puna de modo sistemático os blasfemadores: são postos nos pelourinhos e tem as suas línguas atravessadas por ferros em brasa.
Ano de 1231
Fundação da Inquisição. O Santo Ofício, durante toda a sua história, queimou mais de um milhão de pessoas, essencialmente hereges, judeus e muçulmanos convertidos e também os "bruxos". A última feiticeira será queimada em 1788. O último "herege" chegará a sua vez em 1826. A inquisição e os seus imitadores protestantes queimam também médicos e cientistas, desde que haja uma oportunidade.
A igreja nunca se arrependeu dos atos da Inquisição e até garantiu a continuidade histórica da instituição até aos nossos dias, limitando-se apenas a mudar-lhe o nome: será necessário esperar que Pio X, em 1906, faça que o "Santo Ofício da Inquisição" seja renomeado como "Santo Ofício", e em 1965, para que seja rebatizado como "Congregação para a doutrina da fé". Enfim em 1997, o papa abre os arquivos do Santo Ofício, e historiadores escolhidos a dedo, são autorizados a fazer pesquisas. As estimativas do número total de vítimas da inquisição são então revistas para cima, havendo um consenso que roda hoje em torno de um milhão de pessoas executadas, ao qual é necessário acrescentar as inúmeras pessoas torturadas e com todos os seus bens apreendidos.
Ano de 1251
O papa Inocêncio IV autoriza enfim a inquisição a praticar a tortura. A obtenção das confissões de culpa é grandemente facilitada. A inquisição pode aplicar, com base em confissões arrancadas através de tortura, penas indo duma simples oração ou dum jejum até a confiscação dos bens e mesmo prisão perpétua. Mas ela não pode condenar a morte. Com a subtileza característica da igreja católica, a inquisição podia "passar" um herege para a justiça comum, que o levará a morte na fogueira, com base na confissão obtida pela igreja, mesmo com tortura. Essa subtilidade permitirá a igreja afirmar que ela nunca matou ninguém.
Anos 1347 a 1354
Em toda a Europa reina a Morte Negra, a primeira grande epidemia de peste no continente. Os prelados católicos logo descobriram os culpados: os judeus teriam envenenado os poços de água. Esse boato espalha-se por toda a Europa e inúmeros "pogroms" acontecem. Na Alemanha contam-se 350 comunidades judias totalmente destruídas pelos "pogroms", nesse período. Na Itália, em Milão, as autoridades civis e eclesiásticas, depois de terem executado no braseiro os "untori" judeus, inauguraram uma coluna comemorativa para lembrar o seu feito. Essa coluna passou a História com o nome de "Coluna infame", quando, no século XIX , o romancista Manzoni teve, em primeira mão, a coragem de denunciar esse monumento de perversão religiosa.
Ano de 1483
Tomás de Torquemada é nomeado Grande Inquisidor de Castela. Esse monge dominicano (Nota 4) faz uma ampla utilização da tortura e do confisco dos bens das vítimas. Estima-se em 20.000 o número de pessoas queimadas durante o seu mandato.
Ano de 1487
Dois monges dominicanos alemães, Jacob Sprenger e Heinrich Institoris publicam o "Malleus Malleficarum": trata-se dum espesso volume de 400 páginas que é um guia (claro que aprovado pela hierarquia católica) de caça às bruxas. Lá se pode aprender a identificá-las (p. ex. se uma mulher acariciar um gato preto e a centenas de metros alguém se sentir mal, etc), a torturá-las para as fazer confessar, e como os inquisidores podem se absolver mutuamente, depois duma sessão de tortura. A obra afirma também que negar a existência da feitiçaria é uma heresia muito grave, passível de morte na fogueira. Durante dois séculos e meio, na Alemanha, depois da publicação do Malleus Malleficarum, negar a bruxaria podia levar ao braseiro. O manual foi um "best-seller".

Ano de 1492
O rei "muito católico" e a rainha "muito católica" (títulos dados pelo papa em pessoa!) de Espanha, expulsam os judeus. Eles podem escolher se converter, para então poderem ser justiçados pela inquisição (que queimará grande número deles) ou partir. Mais de 160.000 judeus saíram da Espanha. A hierarquia católica não fica indiferente a essa medida duma crueldade assustadora: ela aprova a medida, e o papa encoraja os outros soberanos europeus a se inspirarem no exemplo espanhol. Em toda a Europa os padres católicos se mobilizam para obrigar os governos a proibir a entrada dos judeus expulsos.
Os judeus que escolheram se converter são perseguidos pela inquisição com uma impressionante determinação: até ao século XVIII, far-se-á o "Teste da banha de porco" aos judeus convertidos e seus descendentes: uma salada com pedaços de carne e banha de porco é apresentada ao "convertido". Se for notado que ele não comeu a carne suína, será queimado como "falso convertido". Esse método será também aplicado aos muçulmanos e seus descendentes.
Se a expulsão dos judeus de Espanha foi a maior do gênero registrada na História, não foi a primeira. Na França, os prelados católicos tinham já conseguido a expulsão dos judeus em 1306, e que foi logo revogada, antes de ser confirmada em 1394. A Inglaterra já tinha procedido à expulsão em 1290. Em 1496, Portugal imita o seu poderoso vizinho, expulsando também os judeus.
Ano de 1493
O primeiro índio da América no paraíso. Quando Cristóvão Colombo, que teve o cuidado de levar um monge nas bagagens, chega a América, ele encontra os índios que ele descreverá como gente amigável e solícita. Prende 12 deles e os leva para Espanha. Na chegada, um deles fica doente: antes da sua morte, é batizado rapidamente, o que permite a corte dos muito católicos reis exultar, porque um indígena do Novo Mundo acabava de entrar no paraíso cristão. Esta triste história marcará o início da trágica cristianização dos índios americanos, onde os episódios dos redutos do Paraguai e as perseguições aos índios Pueblo serão alguns dos mais trágicos.
 [A evolução desencadeada pelos descobrimentos percorreu caminho semeado de crimes e atrocidades: conquista sangrenta e colonização das Américas, genocídio de povos e de culturas, tráfico de 12 milhões de africanos, imperialismo na África e Ásia. Não obstante, o processo posto em marcha pelas descobertas rompeu, de uma vez por todas, a falta de contato e conhecimento entre civilizações e culturas. Tudo feito com apoio da "santa igreja católica"]
Ano de 1499
Acontece neste ano o maior "auto da fé", que a História registra. Em um só auto de fé, o inquisidor Diego Rodrigues Lucero queima vivos nada menos que 107 judeus convertidos ao cristianismo, em Córdova.
Século XVI
O drama dos castrados. A igreja, que tinha proibido que mulheres cantassem no coral das igrejas, enfrenta um problema trágico: como não torturar os ouvidos dos piedosos prelados de cristo, privando-os das vozes sopranas, tão importantes nos coros para louvar o amor a deus? Uma solução bárbara é encontrada: castrar jovens meninos cuja voz tenha sido considerada bela. Nos corais da Santa Igreja católica não faltarão assim nunca os sopranos e contraltos...
Esta prática bárbara só terminará em 1878, por ordem do Papa Leao XIII. Mas é mantida ainda durante o século XIX, ao ponto de Rossini, quando ele compôs a "Pequena missa solene", escrever, com naturalidade, que serão suficientes para executá-la, "um piano e uma dúzia de cantores dos três sexos, homens, mulheres e castrados".
Ano de 1506
"Pogrom" de Lisboa: 3000 judeus são trucidados pelos piedosos católicos, incitados pelos prelados.
Século XVI
Júlio II della Rovere, papa. Hábil chefe militar, ele veste uma armadura durante a missa, quando um monge insolente lhe diz que o traje não é conveniente. "Quando se trata de conquistar terras, deus não faz questão do traje, mas da fé do seu servidor", lhe responde, passando assim a História. Deus lhe permitiu, de fato, conquistar a cidade de Bolonha, que foi, como deveria, posta a saque.
Ano de 1521
Inspirado pelo Espírito Santo, que aparentemente não tinha que fazer, um monge alemão, Martin Luther, traduz do latim o "Novo Testamento", em algumas semanas. O diabo acaba de o tentar: Lutero não encontra coisa melhor a fazer do que lançar sobre ele um tinteiro, que suja a parede. Essa mancha está religiosamente preservada para os turistas do castelo de Wartburg.
O acontecimento pareceria insignificante. Mas não é, pois ele inaugura o maior cisma da cristandade: durante os séculos seguintes, os cristãos vão-se massacrar mutuamente ainda com mais entusiasmo do que quando eles matavam e queimavam os não-cristãos, os hereges, as bruxas, os judeus e muçulmanos convertidos, etc.
Lutero escreverá e dirá diversas vezes que era necessário queimar as sinagogas e escorraçar os judeus das cidades: ele se situa assim dentro da tradição dos pais da igreja católica, e que será mantida até ao século XIX pela inquisição e depois no século XX pelos camisetas negras (seguidores de Mussolini).
Ano de 1527
Saque de Roma. Os soldados protestantes massacram a totalidade da população de Roma, umas 40.000 almas, e pilham a cidade. O papa é salvo pelos guardas suíços. Ele se fecha com eles no Castelo de Santo Ângelo, enquanto a população é massacrada. Ele passou um grande medo. Os suíços ganham assim uma fama profissional no estrangeiro, o que se perpetua até hoje.

Ano de 1553
Calvino, que condena os excessos da Igreja Católica, faz decapitar o livre-pensador e médico Michel Servet, que havia descoberto a circulação sanguínea. Esse é somente um dos 15 hereges que o reformador fez executar durante a sua ditadura sobre Genebra.
Calvino tem um papel muito ativo na prisão e depois na condenação a morte de Michel Servet. Primeiro ele troca correspondência com ele e depois que o médico, fugindo da inquisição, chega a Genebra, manda-o prender. Calvino havia dito a seu amigo, o reformador Farel, que se Servet entrasse em Genebra, de lá não sairia vivo. Ele manteve a sua promessa e interveio pessoalmente no julgamento pedindo a sua execução. A única clemência dada a Servet foi de decapitá-lo em vez de ser queimado vivo.
Ano de 1571
A invenção da imprensa permite que um número crescente de pessoas se informe. A igreja reage criando o Índex (Index Additus Librorum Prohibitorum): essa instituição editava regularmente a lista dos livros proibidos. A última edição do índex foi publicada em 1961.
Anos de 1566 a 1572
Pio V, papa. Este santo da igreja católica, vangloria-se publicamente diversas vezes de ter, durante a sua carreira de inquisidor, colocado fogo com suas próprias mãos de mais de 100 fogueiras de hereges que ele mesmo acusara, confundira e condenara.
Publica também uma nova edição do catecismo oficial da igreja, no qual o amor ao próximo e a misericórdia ocupam um lugar importante.

Anos de 1547 a 1593
Guerras de religião na França. As sub-seitas cristãs entregam-se a uma guerra civil sem perdão, interrompida por diversas pazes e tréguas temporárias. Durante uma delas, teve lugar o massacre de 20.000 protestantes, homens, mulheres e crianças, numa só noite, a tristemente célebre Noite de S. Bartolomeu (1572).
Fim do século XVI até ao início do século XVIII
Conversão forçada dos índios Pueblo. Subindo pela costa do golfo do México, os exploradores espanhóis, sempre acompanhados de monges e padres, entram em contato com a tribo dos Pueblo, no território que hoje pertence ao estado americano do Novo México: diferentes dos índios nômades das planícies do Norte e de outros indígenas mais combativos que os espanhóis encontraram no México e na América do Sul, os índios Pueblo vivem em aldeias (los pueblos) de casas de tijolos com 2 ou 3 andares, são pacíficos e praticam a agricultura. Seguem uma religião na qual se venera o "Pai do Céu" e a "Terra Mae", temem os demônios (os Skinnwalkers) que andam pela crista das montanhas ao pôr do sol, veneram os corvos como re-encarnação dos seus antepassados. Eles tem também um rico templo de deuses semelhantes aos dos gregos, sendo o seu deus principal a mulher-aranha. As cerimônias são celebradas em pequenas igrejas familiares, as Kivas. Estes pacíficos agricultores logo se tornam os objetos das atenções dos padres espanhóis, impacientes por substituir o culto ao Pai Céu e à Mãe Terra por aquele de cujo deus se bebe o sangue durante as cerimônias: os pajés índios são acusados de bruxaria e executados. As Kivas são destruídas pelos militares hispânicos. Os cultos religiosos tradicionais são proibidos, sob pena de mutilação. Índios surpreendidos a celebrar uma cerimônia tradicional terão um braço ou um pé cortados. Apesar disso tudo, alguns índios continuarão a fazer os seus cultos, em segredo e a noite. Os padres católicos usarão esse fato nos seus sermões e que os índios ainda hoje citam com amargura: os padres diziam que a religião dos índios era a das trevas, pois era sempre feita durante a noite, enquanto que o cristianismo era a religião da luz, pois se come a carne e se bebe o sangue do deus cristão em pleno dia... Diversas revoltas sangrentas pontuam a cristianização dos Pueblo. Essa perseguição religiosa só cessará depois da anexação do território pelos EUA, em 1847.

Friday, June 8, 2012


O QUE LUZ ???


A luz na forma como a conhecemos é uma gama de comprimentos de onda a que o olho humano é sensível. Trata-se de uma radiação electromagnética ou num sentido mais geral, qualquer radiação electromagnética que se situa entre a radiação infravermelha e a radiação ultravioleta. As três grandezas físicas básicas da luz (e de toda a radiação electromagnética) são: brilho(amplitude), cor (frequência), e polarização (ângulo de vibração). Devido à dualidade onda-partícula, a luz exibe simultaneamente propriedades de onda e partículas.
Um raio de luz é a representação da trajetória da luz em determinado espaço, e sua representação indica de onde a luz sai (fonte) e para onde ela se dirige. O conceito de raio de luz foi introduzido por Alhazen. Propagando-se em meio homogéneo, a luz percorre sempre trajetórias retilíneas; somente em meios não-homogêneos é que a luz pode descrever trajetórias curvas.
Em sentido figurado significa esclarecer ou fazer algo compreensível.

<< Genesis 1:3 >>
NASB ©HebrewTransliterationStrong'sDefinitionOrigin
Then Godאֱלֹהִ֖יםe·lo·him430God, godpl. of eloah
said,וַיֹּ֥אמֶרvai·yo·mer559to utter, saya prim. root
"Let there be light";אֹ֑ורo·vr;216a lightfrom or
and there was light.אֹֽור׃o·vr.216a lightfrom or

Jeremias 4:23
Observei a terra, e eis que era sem forma e vazia; também os céus, e não tinham a sua luz.

 GENESIS 1

  1No princípio criou Deus os céus e a terra. REFLEXAO DO REINO DE ELOHIM
  2A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do 
TREVAS SURGIRAO COM A QUEDA DE HA-SATAN, TODO O UNIVERSO FOI AFETADO
abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.
YHVH ESTABELECE UM PLANO DE RENDACAO ANTES MESMO DE TERMINAR O SUA CRIACAO.
  3Disse Deus: haja LUZ. E houve LUZ. 1 ELOCUCAO DE ELOHIM NA TORAH / ESTA LUZ
NAO E SOLAR VEJA QUE OS LUMINARES AINDA NAO HAVIAM SIDO CRIADOS: 
 14E disse Deus: haja luminares no firmamento do céu, para fazerem separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais e para estações, e para dias e anos;
 4Viu Deus que a luz era boa; e fez separação entre a luz e trevas.

Y'SHUA=TORAH
MANDAMENTOS

TORAH = INSTRUCOES DO CRIADOR

TREVAS = HA-SATAN = ANTI-TORAH
ANTI-CRISTO = ANTI-MESSIAS

JOAO 1

 1No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
    2Ele estava no princípio com Deus.
    3Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e sem ele nada do que foi feito se fez.
    4Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens;
    5a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.
JOAO 8
12 Então Y'SHUA tornou a falar-lhes, dizendo: Eu sou a LUZ do mundo; quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a LUZ da vida.




  LUZ = MANDAMENTOS 
PROVERBIOS 6:23
23Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida,

ISAIAS 5
20Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; dos que dizem que as trevas são luz, e a luz trevas; e dos que fazem do amargo doce e do doce amargo!

JOAO 3:19-21
19E o julgamento é este: A luz veio ao mundo, e os homens amaram antes as trevas que a luz, porque as suas obras eram más.
    20Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz, e não vem para a luz, para que as suas obras não sejam reprovadas.
    21Mas quem pratica a verdade vem para a luz, a fim de que seja manifesto que as suas obras são feitas em Deus.
 ISAIAS 8:20
20A Lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, jamais verao a luz.
ISAIAS 50
 10Quem de entre vocês teme O D-US de Israel e obedece ao seu servo ( Y'shua )? Se algum destes andar em TREVAS, sem um raio de     LUZ sequer na sua vida, então que confie no ETERNO, que se entregue inteiramente ao seuCRIADOR.
11Mas vejam bem, vocês os que vivem à LUZ 
de si mesmos, 

(aqueles que estabelece para si mesmo o seu proprio caminho) 
que se aquecem com o calor que só vem de si próprios e não de D-US: a vossa vida será apenas tormentos!

   
SALMOS 119
105Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.
130A exposição das tuas palavras dá luz; dá entendimento aos simples.
SALMOS 104
1Oh, minha alma, louva o Senhor.
   Senhor, meu Deus, como tu és grandioso! Estás revestido de honra, de majestade.
    2A luz te rodeia como um manto sublime, como um imponente reposteiro, que se estende de uma ponta à outra do firmamento!
    3Escavaste na superfície da terra abismos que encheste com os oceanos. Fazes-te transportar nas nuvens.
    4Voas nas asas do vento! Os teus mensageiros são ventos e os teus ministros eficazes como fogo.
    5És tu quem sustenta a Terra para que não se desintegre no espaço.
   SALMOS 19
8Os preceitos do Senhor são retos, e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro, e alumia os olhos.
   MATEUS 5
14Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte;
    15nem os que acendem uma candeia a colocam debaixo do alqueire, mas no velador, e assim ilumina a todos que estão na casa.
    16Assim resplandeça a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras, e glorifiquem a vosso Pai, que está nos céus.
ROMANOS 3

31Anulamos, pois, a lei pela fé? De modo nenhum; antes estabelecemos a lei.
ROMANOS 2
13Pois não são justos diante de Deus os que só ouvem a lei (LUZ), mas serão justificados os que praticam a lei ( LUZ )

HEBREUS 6 

 4Se alguém já recebeu a LUZ de Deus, se provou das coisas celestiais, se participou do Espírito Santo,5
    5se viu como é boa a palavra de Deus e conheceu o poder do mundo que há-de vir, e,
    6depois disto tudo, se afastou de Deus, não encontrará uma segunda oportunidade para arrependimento. É como se crucificassem novamente o Filho de Deus, expondo-o publicamente à afronta.

GOT LIGHT ???       


A palavra Pecado é um termo comumente utilizado em contexto religioso, descrevendo qualquer desobediência à vontade de Deus; em especial, qualquer desconsideração deliberada das Leis Divinas. No hebraico e no grego comum, as formas verbais (em hebr. hhatá; em gr. hamartáno) significam "errar", no sentido de errar ou não atingir um alvo, ideal ou padrão. Em latim, o termo é vertido por peccátu.


torah: direção, instrução lei,
Palavra Original: תּוֹרָה
Transliteração: torah
Ortografia fonética: (to-prima ")
Definição sucinta: lei

Origem palavra
de Yarah
definição
direção, instrução lei,
NASB uso da palavra
personalizado (1), instrução (10), instruções (1), Direito (1), direito (188), leis (10), dirigentes (1), ensino (7), ensinamentos (1).


a Palavra Torah derivada da Palavra Yarah

Yarah ou yara: jogar, atirar
Palavra Original: יָרָה
Transliteração: Yarah ou yara
Ortografia fonética: (yaw-prima ')
Definição sucinta: ensinar

Origem palavra
um prim. raiz
definição
para lançar, atirar
NASB uso da palavra
arqueiros (2), arqueiros tiro (1), arqueiros * (2), elenco (3), havendo-os lançado (1), dirigida (1), instruir (4), instruído (1), instrução (1), instrui (1), colocou (1), ponto (1), pontos (1), a chuva (1), conjunto (1), tiro (10), tiro (3), filmado através de (1), mostraram (1), ensinou (3), ensinar (27), professor (2), ensina (2), ensino (1), lança (1) rega, (1).

comum ouvir no circulo Cristao que pecado e errar o alvo, agora sera que obediencia a PALAVRA SANTA DE ELOHIM, possa realmente ser acertr o alvo ??? sera ????

...olha como o ELOHIM de Israel realmente e muito mais esperto do que nos !!! mas tem Religiao que e mais " ESPERTA QUE O CRIADOR DO UNIVERSO "
  •  Salmo 118 da uma olhada neste Salmo que por sinal e o centro da biblia ( salmo 118 so que os tradutores usarao benovelancia no lugar de graca ou amor, eu gostaria de saber o porque isto kkk ??? ) e pra dar enteder que a graca e so depois de Jesus entendeu a malandragem ?

  • Salmos 118

    1Dai graças ao Senhor, porque ele é bom; porque a sua benignidade dura para sempre.
    2Diga, pois, Israel: A sua benignidade dura para sempre.

    3Diga, pois, a casa de Arão: A sua benignidade dura para sempre.

    4Digam, pois, os que temem ao Senhor: A sua benignidade dura para sempre.

    5Do meio da angústia invoquei o Senhor; o Senhor me ouviu, e me pôs em um lugar largo.

    6O Senhor é por mim, não recearei; que me pode fazer o homem?

    7O Senhor é por mim entre os que me ajudam; pelo que verei cumprido o meu desejo sobre os que me odeiam.


Provérbios 6:23


23Porque o mandamento é uma lâmpada, e a instrução uma luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida,

Gênesis 1:3


3Disse Deus: haja luz. E houve luz.

Provérbios 8:22-36


22O Senhor me criou como a primeira das suas obras, o princípio dos seus feitos mais antigos.    23Desde a eternidade fui constituída, desde o princípio, antes de existir a terra.
    24Antes de haver abismos, fui gerada, e antes ainda de haver fontes cheias d'água.
    25Antes que os montes fossem firmados, antes dos outeiros eu nasci,
    26quando ele ainda não tinha feito a terra com seus campos, nem sequer o princípio do pó do mundo.
    27Quando ele preparava os céus, aí estava eu; quando traçava um círculo sobre a face do abismo,
    28quando estabelecia o firmamento em cima, quando se firmavam as fontes do abismo,
    29quando ele fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando traçava os fundamentos da terra,
    30então eu estava ao seu lado como arquiteto; e era cada dia as suas delícias, alegrando-me perante ele em todo o tempo;
    31folgando no seu mundo habitável, e achando as minhas delícias com os filhos dos homens.
    32Agora, pois, filhos, ouvi-me; porque felizes são os que guardam os meus caminhos.
    33Ouvi a correção, e sede sábios; e não a rejeiteis.
    34Feliz é o homem que me dá ouvidos, velando cada dia as minhas entradas, esperando junto as ombreiras da minha porta.
    35Porque o que me achar achará a vida, e alcançará o favor do Senhor.
    36Mas o que pecar contra mim fará mal ã sua própria alma; todos os que me odeiam amam a morte.

Salmos 89:15
Bem-aventurado o povo que conhece o som festivo, que anda, ó Senhor, na luz da tua face,

Salmos 119:105
Lâmpada para os meus pés é a tua palavra, e luz para o meu caminho.

Salmos 119:130
A exposição das tuas palavras dá luz; dá entendimento aos simples.

Isaías 2:5
Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor.

Isaías 5:20
Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que põem as trevas por luz, e a luz por trevas, e o amargo por doce, e o doce por amargo!

Isaías 9:2
O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz.

Isaías 10:17
A Luz de Israel virá a ser um fogo e o seu Santo uma labareda, que num só dia abrasará e consumirá os seus espinheiros e as suas sarças.

Isaías 49:6
Sim, diz ele: Pouco é que sejas o meu servo, para restaurares as tribos de Jacó, e tornares a trazer os preservados de Israel; também te porei para luz das nações, para seres a minha salvação até a extremidade da terra.

Isaías 50:10
Quem há entre vós que tema ao Senhor? ouça ele a voz do seu servo. Aquele que anda em trevas, e não tem luz, confie no nome do Senhor, e firme-se sobre o seu Deus.

Isaías 51:4
Atendei-me, povo meu, e nação minha, inclinai os ouvidos para mim; porque de mim sairá a lei, e estabelecerei a minha justiça como luz dos povos.

Isaías 59:4
Ninguém há que invoque a justiça com retidão, nem há quem pleiteie com verdade; confiam na vaidade, e falam mentiras; concebem o mal, e dão ã luz a iniqüidade.

Isaías 60:3
E nações caminharão para a tua luz, e reis para o resplendor da tua aurora.

Isaías 66:8
Quem jamais ouviu tal coisa? quem viu coisas semelhantes? Poder-se-ia fazer nascer uma terra num só dia? nasceria uma nação de uma só vez? Mas logo que Sião esteve de parto, deu ã luz seus filhos.

Jeremias 4:23
Observei a terra, e eis que era sem forma e vazia; também os céus, e não tinham a sua luz.